quarta-feira, abril 20

quem disse que todos os dias tinham de ser perfeitos?

estou a escrever mas muito sinceramente a última coisa que me apetece fazer é escrever num pc mas mesmo assim aproveito para dizer que o meu cabelo está tão lindo (cof,cof) que até o meu pai comentou o estado dele hoje só posso dizer que é o "eletric feel".

segunda-feira, abril 4

constantei que tudo o que outrora me magoava deixou de ter qualquer importância, a meu ver, ou então simplesmente essa mágoa se tornou um hábito adquirido que por mais que se esforçe por me derrubar nunca o conseguirá porque neste momento eu sei que tudo o que outrora acontecera não passara de numa mera infantilidade minha sem qualquer nexo nem fundamento.
eu sei que não vale a pena, neste momento nada vale nada, talvez um sorriso me avive a memória desses momentos porque afinal esses momentos serviram para eu me questionar e aprofundar acerca de tudo o que de uma  maneira ou de outra acabou por me afectar. e neste momento eu solto um sorriso e penso que tudo já passou e que eu estou aqui mais feliz que nunca.

sexta-feira, março 25

sinto-me demasiado cansada para conseguir raciocinar sobre seja o que for que se passe à minha volta e as metas outrora estipuladas por mim não foram minimamente nem devidamente alcançadas. o meu maior desejo neste momento é hibernar de tudo - não é de todos é mesmo de tudo - e simplesmente ficar a pairar num estado de dormência, quer dizer acho que já me encontro nesse mesmo estado de dormência mas não tenho bem a certeza. 

domingo, março 13

andei todo este tempo como se mais nada existisse para além de ti, era impressionante como só contigo eu me sentia bem e foi ainda mais impressionante o que eu fazia para estar contigo ou para simplesmente te dirigir uma única palavra - em que por vezes o seu nexo era nulo. não posso dizer que foi amor à primeira vista, porque sinceramente não foi, mas assim que falei contigo a verdade é que parei no tempo como se houvesse nesse mesmo momento algo que brilhasse mais e me gritasse loucamente a dizer que eras tu que eu mais temia e que eras tu que arrebatavas o meu pobre coração demasiado ferido.
foram séculos que eu passei a pensar em ti e em que eu dava tudo para estar contigo mas tu com esse teu charme desleixado, que tantas vezes me deixou sem fôlego, fazias um tipo de magia e davas-me a volta com falsas desculpas em que dizias que tudo ficaria para outro dia e assim andava eu à tua espera completamente perdida e sem qualquer noção do tempo.
os dias foram passando, as semanas foram passando e foi  ver-te com outras raparigas e nesse momento eu assistia ao meu completo desmoramento e morria cada vez que te via com uma diferente, e a verdade é que não foram poucas.   
Acabou tu não vales qualquer tipo de esforço pela minha parte e só quero afastar-me de ti e sei que já reparaste. a verdade é que eu já fui até ao meu fundo demasiadas vezes numa tentativa falhada de te tirar de mim mas para meu espanto a minha última tentativa não foi em vão e dou graças por isso.
É com a maior felecidade que te abro a porta de saída do meu coração, adeus six.