domingo, abril 15

débil mental,

tudo é tão efémero e ao mesmo tempo tão inexplicável que por vezes acabamos por nos perguntar o porquê de vivermos num sufoco em que o tempo é o rei e nós os seus súbditos. 
desejamos que todos os nossos desejos sejam realizados num exacto momento mas isso é errado porque para um desejo ser bem realizado é preciso uma certa quantidade tempo para poder ser trabalhado na perfeição, e isso por vezes leva demasiado tempo.
não vale a pena entrar numa completa debilidade mental só porque algo não se realizou num certo espaço de tempo porque a vida, como já referi, é demasiado efémera para se viver como um débil mental.

sábado, abril 14

"como falar do que a alma quis abolir e a memória, caridosamente, poucas vezes desenterrou?" 
J. Rentes de Carvalho

segunda-feira, abril 2

simplesmente,

todos temos o que realmente necessitamos, e se temos o que temos não há razões para exigir mais do que isso.  
todo amor que necessitamos anda pairando à nossa volta, o que acontece é que por vezes nós não o vemos bem porque estamos demasiado obcecados pela necessidade de outros amores sem serem aqueles que sempre estiveram connosco e que sempre estarão pairando ao nosso lado. 
e tudo o que necessitamos está sempre tão perto de nós, simplesmente precisamos de sentir com todos os nossos sentidos e sem meter-mos qualquer tipo de restrição ao nosso coração.

domingo, abril 1

vamos chamar-lhe de suicídio lento do amor próprio

nestes últimos dias em que a minha mente tem andado um pouco mais aliviada tenho pensado em todos as razões que me deixaram voltar a cair neste suicídio lento do amor próprio e na verdade cheguei à conclusão que não me lembro de nenhuma razão, simplesmente caí.
depois de uma dura prova de exibição de amor ao próximo que foi completamente falhada, a minha vontade é de me "levantar" deste suicídio lento de amor próprio e dedicar-me ao simples amor próprio.