quinta-feira, abril 19

as cores da tua tela,

nada de subestimar-te a ti próprio porque quando menos esperares verás que realmente não és assim tão mau como os outros te pintam. os nossos próprios desenhos e as nossas próprias cores são das coisas mais bonitas que existem e basta deixar tudo fluir naturalmente, sem pressões e sem constrangimentos.
todos temos as nossas cores menos agradáveis ao olhar, mas essas, essas são bem menores em comparação com todas aquelas que, verdadeiramente, te fazem apaixonar pelo dia seguinte. 
deixa-te de aborrecimentos com as telas dos outros e faz questão de entrar na tua própria tela, a tela onde na qual te incube a função de preencher com as tuas próprias cores.


domingo, abril 15

débil mental,

tudo é tão efémero e ao mesmo tempo tão inexplicável que por vezes acabamos por nos perguntar o porquê de vivermos num sufoco em que o tempo é o rei e nós os seus súbditos. 
desejamos que todos os nossos desejos sejam realizados num exacto momento mas isso é errado porque para um desejo ser bem realizado é preciso uma certa quantidade tempo para poder ser trabalhado na perfeição, e isso por vezes leva demasiado tempo.
não vale a pena entrar numa completa debilidade mental só porque algo não se realizou num certo espaço de tempo porque a vida, como já referi, é demasiado efémera para se viver como um débil mental.

sábado, abril 14

"como falar do que a alma quis abolir e a memória, caridosamente, poucas vezes desenterrou?" 
J. Rentes de Carvalho

segunda-feira, abril 2

simplesmente,

todos temos o que realmente necessitamos, e se temos o que temos não há razões para exigir mais do que isso.  
todo amor que necessitamos anda pairando à nossa volta, o que acontece é que por vezes nós não o vemos bem porque estamos demasiado obcecados pela necessidade de outros amores sem serem aqueles que sempre estiveram connosco e que sempre estarão pairando ao nosso lado. 
e tudo o que necessitamos está sempre tão perto de nós, simplesmente precisamos de sentir com todos os nossos sentidos e sem meter-mos qualquer tipo de restrição ao nosso coração.